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Ortopedia pediátrica: problemas mais comuns

A maioria dos pais e mães de crianças e adolescentes já passou, ou passará, por uma situação bastante comum: durante a brincadeira, os filhos protagonizam uma queda e acabam lesionando alguma parte do corpo. Se machucar nos primeiros anos de vida pode ser corriqueiro e, de certo modo, saudável.

Essas consequências da traquinagem de crianças ativas são apenas alguns dos casos que chegam ao consultório do ortopedista pediátrico Diogo Carlos Martins Covre, especialista que atende crianças e adolescentes na unidade do IMOT de Mogi das Cruzes. Ele revela que, tão comum quanto os casos de lesões traumáticas e fraturas, são os episódios de pé plano, rompimento de ligamentos, deformidades em áreas como a coluna e joelho e até mesmo problemas neuromusculares. “Costumo dizer que a ortopedia pediátrica divide sua atuação em três pilares: a prevenção, o tratamento e a reabilitação”, explica Covre.

No entanto, um importante fator precisa ser considerado quando falamos de crianças e adolescentes. Ao contrário dos adultos, eles estão em fase de crescimento e, por isso, todo tratamento precisa ser estudado de maneira a não interferir nesse processo. “O diagnóstico precisa ser dinâmico e, ao mesmo tempo, planejado, pois precisamos ver como essa criança ficará no futuro. São inúmeros detalhes que precisamos nos atentar como, por exemplo, a mudança nas angulações de cada membro, que difere com o passar dos anos”, aponta.

Hoje, Covre explica que existem tratamentos bem menos invasivos e agressivos para os pequenos e jovens. “As alternativas e tecnologias surgem como aliadas para reduzir o tempo de tratamento, por exemplo”, ressalta. Porém, a grande resistência dos mais novos é sempre em relação ao período de resguardo. “A criança tem energia e não quer ficar parada, então a abordagem é sempre multiprofissional: explicamos o que será feito, conversamos com os pais e orientamos para que a criança não fique desanimada durante o tratamento”, diz.

Ter um profissional para tratar especificamente dos casos de crianças e jovens é algo que o IMOT vem priorizando ao longo dos anos, para que os pacientes mais jovens tenham suas características ortopédicas – ossos, músculos e articulações – sempre analisadas de maneira particular.

Para mais informações, a equipe de ortopedia pediátrica liderada por Diogo Covre atende na unidade do IMOT de Mogi das Cruzes, à Rua Otto Unger, 433, no Centro. O telefone de contato é o 4728-3420.





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